FORMAÇÕES

domingo, 5 de agosto de 2012

FREDERICO GURGEL, SACERDOTE DA MESSE, OPERÁRIO DO SENHOR!



foto: blog do wandilson Ramalho

O Espírito Santo era presença ali, entre sacerdotes e Povo de Deus reunido. O dia do Padre foi comemorado em nossa Paróquia de São Sebastião de maneira grandiosa: ofertava-se ali, com a bênção de nosso Pastor diocesano, D. Mariano Manzana, mais um sacerdote à Messe divina. O diácono Frederico Gurgel ordenou-se Padre respondendo ao chamado de Deus, resposta singular, tão importante para a Igreja nos dias atuais. Em suas palavras, Fred fez uma retrospectiva ideológica de como vive e anseia o Homem divino e humano e de como este necessita da Graça para manter-se de pé. Parabéns Fred, que a força do Espírito Santo te acompanhe sempre em sua sublime missão!

Confira algumas imagens do evento:

foto: blog do wandilson Ramalho


foto: blog do wandilson Ramalho


foto: blog do wandilson Ramalho

foto: blog do wandilson Ramalho


foto: blog do wandilson Ramalho



quinta-feira, 2 de agosto de 2012

O diabo odeia a família porque é imagem da Trindade, assegura exorcista norte-americano



VATICANO, 26 Jul. 12 / 05:23 pm (ACI/EWTN Noticias).- Um sacerdote americano que atualmente está treinando para ser exorcista na diocese de Roma (Itália), assegurou que o diabo e os demônios em geral odeiam a família porque esta é “uma imagem da Santíssima Trindade”.

Em entrevista concedida ao grupo
ACI, o presbítero, que preferiu manter-se no anonimato, assinalou que entre os fatores comuns que encontra nas pessoas possuídas vê pessoas com “profundas feridas em suas vidas e sobre tudo, na sua família”.

O sacerdote indicou que o demônio facilmente tem acesso a famílias onde “os pais fizeram escolhas realmente más”, e ao obrar assim “convidaram influências malignas ao interior do seu lar”.

As más ações que atraem o demônio aos lares são “a infidelidade conjugal, o
aborto, ou fazer coisas que desunem a família”, assinalou.

O presbítero admitiu que nunca pensou em dedicar-se ao
exorcismo, mas um inesperado acontecimento em uma de suas primeiras Missas após sua ordenação, conferida 15 anos atrás, marcou o início de sua aproximação a este trabalho sacerdotal.

“No momento da consagração do sangue precioso, pedi ao Senhor que derrame seu sangue sobre a juventude e ajude a todos os jovens varões que poderiam ter vocação ao sacerdócio”, recordou.

A reação foi instantânea de um jovem de 13 anos surpreendeu o jovem sacerdote. “Ele caiu de costas e começou a grunhir. Eu pensei ‘Isto não era o que eu esperava!’”.

Muitos anos depois, ele é parte de uma nova geração de exorcistas em formação nos Estados Unidos, logo depois que os
bispos do país decidissem, em novembro de 2010, aumentar o número de exorcistas nas dioceses do país.

Apesar de que a lei canônica estipula que cada diocese deveria contar com um exorcista, estima-se que não existem mais de 50 sacerdotes dedicados a este trabalho nos Estados Unidos.

O sacerdote, originário do nordeste dos Estados Unidos, explicou ao grupo ACI que “nós nos organizamos para assegurar que os que mais necessitem desta ajuda a obtenham”.

Durante sua estadia em Roma, onde foi enviado por seu bispo para aprender do trabalho de seis exorcistas oficiais dessa diocese, o sacerdote está “envolvido” em uma média de três exorcismos por dia.

“Não há dois casos parecidos. Este foi um verdadeiro aprendizado para mim. O rito do exorcismo não é uma fórmula mágica”, disse.

O sacerdote assinalou que “não é o demônio ou o exorcista quem está ao centro disto, mas uma pessoa que está sofrendo muito e que necessita de libertação certeira através de Cristo”.

O presbítero explicou que, em relação à correta terminologia, “demônio vem do grego, diabo do latim, qualquer um desses nomes estão bem” para designar Satanás. O exorcista combate, “anjos caídos que foram criados bons”, explicou.

Os primeiros Padres da
Igreja, entre eles São Jerônimo e Santo Agostinho, especularam que estes anjos se rebelaram “pela revelação do plano de Deus da encarnação” e sua “repulsão à idéia de que Deus, que é espírito puro e infinito, tivesse que fazer-se homem”.

Por esta razão, o sacerdote indicou que os demônios têm uma “fascinação com o físico” e por “fazer que as pessoas sofram”.



O sacerdote fala sobre o exorcismo

“Uma vez que o rito inicia, normalmente (o demônio) começa-se a manifestar na pessoa, que sofre de diferentes maneiras, com violência, mudanças no rosto, mudança da voz, é diferente”, disse o padre recordando recentes exorcismos.

O sacerdote assegurou que o demônio “só quer intimidar, mas basicamente é preciso ignorá-lo e dizer ‘ouça, eu sou quem dá as ordens aqui”.

A inteligência angélica do demônio, disse o padre na sua entrevista ao grupo ACI, também implica que eles sabem que Deus só permite suas atividades diabólicas para levar a salvação a pessoas através de um “sofrimento expiatório”.

“Estas pessoas que sofrem estão se santificando ao oferecer seus sacrifícios”, que Deus então recebe e “abençoa a grande parte da Igreja em todo mundo”.


O sacerdote afirmou que “quando recorda isso ao diabo, ele fica furioso”, porque sabe que está perdendo, e portanto “quer conseguir o que puder, enquanto pode. Se não puder ganhar as almas destas pessoas, quer ao menos fazer suas vidas miseráveis”.

O presbítero americano indicou que quando fala com o demônio faz “uma série de perguntas: ‘qual é seu nome?’, já que quando usa seu nome em uma ordem, isso o debilita”. Uma vez que o demônio diz seu nome, o exorcista lhe ordena “sair”, e também lhe poderia perguntar “como entrou e quando vai sair”.

“(Ao responder a) este último é como se eles tivessem sido treinados para dizer o mesmo, ‘nunca sairei’, mas eventualmente o farão”.
A chave é limitar o diálogo, disse o aprendiz de exorcista. “Não se deve fazer perguntas só por curiosidade, isso não é saudável”, sublinhou.

Também é possível “dizer coisas para humilhar o demônio”, tais como invocar a presença de Santos, dos anjos da guarda e, a mais “temida” de todas, a da
Virgem Maria. Então é “realmente possível ver uma mudança no comportamento do demônio”.

O final vem freqüentemente quando o diabo começa a mostrar arranques de ira e violência, e é “comum que expulse espuma pela boca”.

No caso da quebra de uma maldição, a pessoa “começará a vomitar objetos que foram usados na maldição. O vômito fica verde, logo vermelho, e outra vez verde”.

Então, o exorcista sabe que “estou tocando fundo, que isto está sendo realmente eficaz e esses são bons sinais. Não é algo prazenteiro de ver, mas você sabe que ‘eu estou sendo efetivo aqui’”.


FONTE: acidigital

Os Papas e as Olimpíadas: um século de admiração pelos valores éticos do esporte



O interesse mundial pelas Olimpíadas da Era Moderna não poderia ser ignorado pela Igreja. O primeiro testemunho disso encontra-se nas palavras dos Papas. De Atenas 1896 a Londres 2012, quando os Jogos se aproximavam, os Pontífices dedicaram amplas reflexões às Olimpíadas e também à visão cristã do esporte. Durante a audiência do Papa João XXIII aos atletas de 83 nações que vieram a Roma para as Olimpíadas de 1960, teria início a série de reflexões:

“Ao longo das competições olímpicas vocês darão a todos um exemplo de competição saudável, sem inveja e espírito de discórdia, na luta que mostrará a constância e alegria serenas, modesta vitória, também, nos sucessos, as dificuldades tenazes e vocês se revelarão verdadeiros atletas e verão nos inúmeros espectadores a verdade do velho provérbio: “Mente sã, corpo são”. (Audiência aos atletas olímpicos, 24 de agosto de 1960)

Foi um conselho paterno, quase como de um sábio treinador aquele do “Papa Bom”, mas pleno de uma admiração análoga àquela que mostrará Paulo VI, em julho de 1976, quando as Olímpiadas de Montreal haviam apenas começado.

“Que a esfera das virtudes naturais entrem naquela dos exercícios físicos e confira a eles um valor humano superior, aquele moral, até atingir aquele social, internacional, fazendo das Olimpíadas uma celebração da amizade entre os povos, uma festa de paz” (Angelus, 18 de julho de 1976).

O jovem João Paulo II não perdera a oportunidade de oferecer uma leitura cristã do esporte. Mas a sua visão fora mais próxima aos nossos tempos, na qual a exaltação das virtudes esportivas e a denúncia daquilo que poderia colocá-las em risco são lados da mesma medalha. O ano é 1982 e diante do Papa estão os líderes do Comitê Olímpico Internacional.

“Como manifestação do agir do homem, o esporte deve ser uma escola autêntica e uma experiência contínua de lealdade, sinceridade, fair-play, sacrifício, coragem, tenacidade, solidariedade, desinteresse, respeito! Quando, nas competições esportivas, vencem a violência, a injustiça, a fraude, a sede de vitória, as pressões econômicas e políticas, as discriminações, então o esporte passa a ser um instrumento de força e dinheiro”. (Discurso ao Comitê Olímpico Internacional, 27 de maio de 1982).

O mais recente, claro, é aquele de Bento XVI durante o Angelus de 22 de julho.

“As Olimpíadas são o maior evento esportivo mundial ao qual participam atletas de muitíssimas nações e, como tal, reveste-se de um forte valor simbólico. Por isso a Igreja Católica olha para as Olimpíadas com particular simpatia e atenção. Rezemos para que, de acordo com a vontade de Deus, os Jogos de Londres sejam uma verdadeira experiência de fraternidade entre os povos da Terra”.

 FONTE: Rádio Vaticano